quinta-feira, 16 de junho de 2011

Seguro Pirata: Susep pressiona cooperativas que vendem proteção veicular


A Superintendência de Seguros Privados (Susep) instaurou em 17 meses, de janeiro de 2010 a maio último, 77 inquéritos contra associações de classe e cooperativas que comercializam a chamada proteção veicular, também conhecida como seguro pirata. Trinta e três processos foram julgados pela autarquia, acatando representações ou denúncias contra essas instituições. Quatro casos foram considerados improcedentes.
Nesse ritual de fiscalização, o órgão chegou a aplicar multa de R$ 72 milhões, a mais elevada, para uma associação de caminhoneiros do Sul de Minas Gerais denunciada por atuação irregular na comercialização de proteção automotiva.
O cálculo do valor a ser pago pelas empresas penalizadas é feito com base na Resolução 60/01 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), segundo a qual a multa deve ser igual ao valor da importância segurada ou, como no caso dessas associações, à soma dos contratos efetivados.
ALERTA
Sobre essa questão, a Susep publica em seu portal na internet (www.susep.gov.br) um alerta à população sobre a atuação de associações de classe e cooperativas que vendem a proteção veicular. Sob o título “Associações e Cooperativas: isso é seguro?”, o texto informa que algumas dessas instituições estão comercializando ilegalmente seguros de automóveis sob vários nomes.
“Como elas não estão autorizadas a comercializar seguros, não há qualquer tipo de acompanhamento técnico de suas operações”, adverte a autarquia.
De acordo com o texto, a única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros, ou seja, contratando apólices coletivas de seguros junto a seguradoras.
O mesmo texto sugere que o público, antes de contratar um falso seguro, consulte o nome da seguradora no portal e leia as condições gerais do contrato de seguro. Em caso de dúvida, o consumidor deve entrar em contato com a Susep.
Fonte: Jornal do Commercio RJ | Seguros | 10/06/11

terça-feira, 14 de junho de 2011

Reclamações contra Ascobom expõem falhas do Seguro Pirata


CQCS - Pedro Duarte

 Uma pesquisa rápida na internet é suficiente para descobrir as falhas na prestação de serviços reservada aos consumidores do Seguro Pirata. Quem estiver interessado em conhecer diversas queixas, pode acessar, por exemplo, o site Reclame Aqui, que traz dezenas de registros contra a Ascobom (Associação dos Corpos de Bombeiros e Polícia Militar), entidade com sede em Contagem, Minas Gerais.

No dia 4 de junho, um associado de Belo Horizonte entrou no site para expor “tristes surpresas”, ao descobrir que seu veículo foi consertado com peças de outro modelo e pintado com uma cor diferente da original. “Como sou leigo, não percebi as diferenças, mas quando apontado por um especialista, fica bem evidente (a parte interna do meu carro tem uma cor e a externa outra)”.

Em outra reclamação, também de Belo Horizonte e postada em 1º de junho, o reclamante aponta que teve um Peugeot 206 furtado em 11 de novembro do ano passado. “Entreguei todos os documentos necessários em 12/12/2010 e, conforme protocolo que tenho guardado, ainda hoje, quase sete meses depois, ainda não fui ressarcido. Peço a todos que não se deixem enganar”, enfatiza o texto disponível no Reclame Aqui.

Decepção

Mas, se alguém precisa confirmar a veracidade das informações, muitos internautas fazem questão de deixar nome, placa de veículo e outros dados pessoais. É o caso de Leandro Vieira do Nascimento, de São Paulo, com reclamação feita em 4 de maio.

“Estou completamente decepcionado com a atitude em relação a mim, que sou um associado que sempre paguei minhas parcelas em dia e, hoje que preciso, não consigo sucesso”, conta Nascimento, apenas no início do seu relato. “É muita incompetência para uma empresa que tem diversos associados. E o único jeito é entrar com processo judicial e ver todos os danos morais e psicológicos para obter esse direito de forma retroativa”, acrescenta.

Já o associado João Paulo Murta, de Belo Horizonte, descreve sinistro ocorrido em 8 de fevereiro deste ano. “Entre vistorias e todas as burocracias ficou acertado somente no dia 23/02/2011, 15 dias depois, que eu mandaria o carro ao conserto e a Ascobom me reembolsaria. Porem dividiram em duas vezes e me ligaram dia 20/04/2011, dizendo que a Ascobom estava com problemas para realizar o primeiro pagamento combinado”, aponta Murta, cuja reclamação permanece em aberto no site Reclame Aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Susep instaura um inquérito por semana contra cooperativas


De janeiro do ano passado até agora, a Susep instaurou 77 inquéritos  contra associações e cooperativas que comercializam a chamada “proteção veicular”. Isso representa uma média de 4,5 processos por mês ou um a cada semana.

Além disso, como o CQCS noticiou, a autarquia já julgou 33 casos de representações ou denúncias contra associações de classes, cooperativas ou entidades. Apenas quatro denúncias ou representações foram consideradas improcedentes.

A multa de valor mais elevado - R$ 72 milhões - foi para uma associação de caminhoneiros do sul de Minas Gerais denunciada À Susep por atuação irregular no mercado.

O cálculo do valor a ser pago pelas empresas penalizadas é feito com base na Resolução 60/01 do CNSP, segundo o qual a multa deve ser igual ao valor da importância segurada ou, como no caso dessas associações, à soma dos contratos efetivados.

A Susep publicou em seu site (www.susep.gov.br) um comunicado sobre cooperativas e associações que oferecem proteção contra roubos e acidentes de carros. Na avaliação da entidade, a prática é ilegal e essas organizações não estão autorizadas a trabalhar com seguros, mesmo que usem outros nomes, como proteção automotiva.

 A Susep recomenda que os donos de carros leiam com atenção o contrato e consultem,  no endereço http://www.susep.gov.br/menuatendimento/procura.asp, o nome da empresa para saber se ela está autorizada a prestar esse tipo de serviço.

Qualquer pessoa pode procurar a Susep pelo telefone 0800-0218484 ou pelo site www.susep.gov.br, link “Fale conosco” para denunciar as cooperativas e associações.

Fonte: CQCS

terça-feira, 7 de junho de 2011


Seguro-Pirata: Associação de seguro de carros nega cobertura de prejuízos
Data: 06.06.2011 - Fonte: Portal UAI | Jornal Alterosa 1° Edição

Consumidores que pagam por proteção mais barata para veículos reclamam, na Justiça, prejuízo com cobertura recusada. O serviço é oferecido por uma associação dos bombeiros e PMs de Minas que tem onze anos. O problema é que ela não faz isso como exige a lei: por intermédio de uma seguradora. Nos quatro estados do sudeste, a associação responde por mais de 200 processos na Justiça. Temos que ficar por dentro desse sistema que é o Seguro Pirata. Proteção veicular NÃO é Seguro! Por tanto estão enganando toda a sociedade. Não seja a próxima vítima. Seguro só com Corretor de Seguros e com Seguradoras. Abraço a todos.

Fabiano F. Moreira
Corretor de Seguros

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Susep alerta contra cooperativas de seguros de carro

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou em seu site (www.susep.gov.br) um comunicado sobre cooperativas e associações que oferecem proteção contra roubos e acidentes de carros. Na avaliação da entidade, a prática é ilegal e essas organizações não estão autorizadas a trabalhar com seguros, mesmo que usem outros nomes, como proteção automotiva.
 
A Confederação Nacional das Associações de Benefícios Mútuos (Conabem), por meio de nota, informou que proteção veicular e seguro são atividades diferentes e, por isso, não podem ser comparadas. Segundo o texto, na associação, os beneficiados se juntam para reparar fatos já acontecidos, uma vez que o rateio só acontece após o sinistro, enquanto o seguro cobra para garantir riscos que venham a acontecer.
 
Além disso, na avaliação das entidades que representam as seguradoras e os corretores de seguros, as cooperativas não têm reservas financeiras para cobrir os sinistros dos associados.
 
A Susep recomenda que os donos de carros leiam com atenção o contrato e consultem, no endereçohttp://www.susep.gov.br/menuatendimento/procura.asp, o nome da seguradora para saber se ela está autorizada a prestar esse tipo de serviço.
 
Desde 2008, 29 de 33 associações acionadas pela Susep foram multadas em até R$ 72 milhões por atuação irregular no mercado, após denúncias comunicadas à entidade.
 
Caso o cliente de alguma cooperativa de proteção automotiva se sinta lesado, pode procurar a Susep pelo telefone 0800-0218484 ou pelo site www.susep.gov.br, link “Fale conosco”. Se for o caso, o órgão abre um processo e encaminha a denúncia para o Ministério Público.


Fonte: Sincor-ES

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Seguro Pirata - Sincor apresenta ações empreendida

Nestes últimos dias nos deparamos com alguns comentários de Corretores de Seguros a respeito da atividade de Cooperativas e Associações que comercializam coberturas securitárias, usando o glossário como se Seguradoras fossem. Nós particularmente do Sincor-ES, achamos que as Cias Seguradoras deveriam unir forças com os Sindicatos de classe (Sincor e Sindiseg), Fenacor, Fenseg, Susep e se possível com o Ministério Público e Policia Federal, e conjuntamente partir em busca de soluções para evitar que os possíveis "segurados" ou "associados" venham a sofrer danos em suas já combalidas finanças. e na credibilidade das

Cias de Seguros e nos Profissionais de Corretagem.

Lendo minuciosamente os artigos publicados no CQCS, "Seguro Pirata", pudemos verificar que dois profissionais de nosso Estado, Sr. Deusdete Mantovanelli da Mantovanelli Corretora de Seguros, Diretor do Sincor-ES e Fábio Caiado Costa dos Santos, fazem comentários sobre o assunto, mas parece desconhecerem as várias providencias já adotadas pelo Sincor-ES, não só junto a Susep com denuncias formais acompanhadas de farta documentação e ao Ministério Público, Policia Federal e Delegacia do Consumidor, que somadas chegam a 17-(dezessete)-, onde fizemos encaminhar Folders contendo propaganda, solicitando aos citados órgãos, que as atividades ilegais fossem apuradas, estando nosso Assessor Juridico fazendo acompanhamento sobre o andamento dos vários processos instaurados.

No que diz respeito ao Corretor de Seguros, sr. Fábio Caiado Costa dos Santos, parece que este tem razão em desconhecer o assunto,uma vêz nunca ter participado das atividades de seu Sindicato e nem de seu quadro Social, e mesmo não constar em nossos registros ter uma Corretora Pessoa Jurídica, ou seja, critica os erros dos outros mas se esquece do seu. Se tivesse interesse em seu órgão representativo já teria tomado conhecimento dos providencias tomadas pelo Sincor-ES.

Não sabemos como são os acontecimentos em outros Estados da Federação, mas aqui no Espirito Santo somos vigilantes e procuramos fiscalizar a atividade, o que não pode e não deve é o Corretor tecer criticas infundadas, se ele mesmo não ajuda a combater estas e outras atividades ilegais, que não é o caso citarmos, mas que é do conhecimento de todos. Vejam, que apesar de constantemente estarmos solicitando aos Corretores que nos remetam qualquer documento seja lá o que for (folder-propostas-estatuto-etc), nada recebemos, e assim como agir?. As denuncias encaminhadas e citadas, foram feitas diretamente pelo Sincor-ES, com folders recolhidos pelo Presidente em pára-brisas de automóveis estacionados pela cidade.

Criticar é fácil, difícil é agir.

Gostaríamos de lembrar que Sindicato não é seu Presidente, seus Diretores ou seus funcionários, somos todos nós, e assim, devemos participar mais ativamente de seu órgão de classe.

Fonte: Sincor-ES