terça-feira, 13 de março de 2012

SUSEP INFORMA QUE COMERCIAL DE SEGURO PIRATA SAIU DO AR

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 Data: 12.03.2012 - Fonte: CQCS

Através da iniciativa de um dos Diretores do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro, o Corretor Jayme Torres, foi possível a retirada do comercial que era exibido no intervalo do SPORTV. A iniciativa do Corretor Jayme Torres provocou a manifestação da Susep, já que o SINCOR/RJ poderia ter se posicionado, mas não o fez.

O CQCS recebeu em (12/03) um e-mail do assessor de imprensa da Susep, Clarimundo Flores, trazendo a novidade de que o Globosat não está mais transmitindo o comercial da Mega Proteção Veicular.

“O anúncio foi retirado do ar. Essa é uma informação importante para ser divulgada em seu site. A Susep enviou o ofício e a Globosat retirou o anúncio do ar. Agora, a emissora enviará à autarquia cópias dos contratos celebrados com a Mega, para dar início aos procedimentos administrativos contra seus responsáveis”, diz Clarimundo.

Em seguida, o assessor ressalta o papel da Susep na questão, mencionando o empenho do superintendente da autarquia, Luciano Portal Santanna. “O combate ao mercado marginal tem sido a grande prioridade da atual administração da Susep. O Luciano montou uma equipe que trabalha exclusivamente neste combate, criando uma força-tarefa que tem obtido resultados importantes nesta área. Envio, em anexo, texto sobre a parceria da Susep com a Receita Federal, ampliando ainda mais o leque no combate às empresas que não se ajustam ao mercado regulado”.

Por fim, Clarimundo confirma que o superintendente pode dar uma entrevista exclusiva sobre o assunto. “Podemos, com o Luciano em cópia aqui, marcar uma entrevista exclusiva dele para o CQCS, falando sobre a atuação da Susep neste campo”, reforça.


sábado, 3 de março de 2012

Denuncia! comercial sobre "Proteção Veicular" no Sportv

Prezado Colega Corretor,

Bom dia!!

Em um primeiro momento chega ser indignante ver o Comercial que está sendo veiculado durante o intervalo dos jogos de futebol da MEGA PROTEÇÃO AUTOMOTIVA, no canal de TV fechada, SPORTV (Será que eles iriam gostar se fizessemos publicidade de TV a Gato?).  Mas se analisamos de forma fria, mais indignante do que a Propaganda da Associação é a sua própria existência, se ela não existisse não haveria propaganda.

O problema é que de tanto brigarmos, gritarmos, denunciarmos seu funcionamento, estamos nos acostumando a conviver com elas e a indignação passa a ser maior por sua divulgação do que da sua existência.

Vem os questionamentos, o que podemos fazer ? 
Nosso (?) Sincor (RJ) tem outros problemas "mais importantes" para tratar que não sejam os problemas dos Corretores de Seguros? 
A SUSEP parece disposta a combater através do atual Superintendente mas com tantas demandas, tem competência ? Tem capacidade ? 
A Fenacor tem feito um trabalho, sobretudo com Sr. Roberto Barbosa em Minas Gerais, considerada o berço desse tipo de atividade, é o suficiente?. 
E as Seguradoras, a Fenseg tem feito o que? 

Se tem feito algo, é muito pouco para tanto tempo de sobrevivencia e principalmente expansão dessas "Entidades", tem que ser feito algo mais, nem que seja sua legalização (o que acredito ser pouqissimo provável. diante do aumento dos custos que passariam a ter, com impostos, obrigatoriedade de reservas, credibilidade dos seus dirigentes, etc)
Na minha opinião, nosso maior problema, no Rio de Janeiro está na omissão do nosso Sindicato. Nosso Estado é sede das Federações das Seguradoras, dos Corretores, da Susep, portanto é o que está mais próximo dos poderes que podem atuar para não só o fechamento, mas, também para criar produtos que possam atender parte dessa demanda, pois se há Associação que faz a proteção Veicular de veículos com 20 anos de uso, tem que haver também produto criado pelas Seguradoras, com uma maior flexibilidade da SUSEP, para atender esse público.

Se nosso SINCOR fosse buscar solução, apoio, parceria, ajuda na FENACOR, se os interesses dos Corretores de Seguros fossem maior que o ego e os interesses pessoais do nosso PRESIDENTE, poderíamos no RIO DE JANEIRO, iniciar o processo para acabar com essa ilegalidade praticada por essas Associações que comercializam Seguro de forma disfarçada, ilícita e, poderíamos também iniciar um movimento para acabar com as barreiras burocráticas e jurídicas que impedem as Seguradoras de trabalhar com produtos diferenciados, com atendimento especifico em Oficinas credenciadas, poder fazer os reparos com peças de mercado, não obrigatoriamente "originais".

Se fizéssemos uma analogia no próprio Mercado Segurador, vai ser possível constatar que no Seguro Saúde o cliente escolhe o pagamento da Mensalidade de acordo com o Hospital e demais Prestadores para atendimento, quanto menor for a "Rede" , menor é o custo e não podemos atuar dessa mesma forma no Seguro de Automóveis? 

Sem que se justifique, mas, esse pode ter sido um dos muitos motivos para a entrada no mercado dessas Associações.

Precisamos reagir o mais rapidamente possível, nosso Sindicato está cada vez mais enfraquecido. Somos cerca de 8 mil profissionais em todo Estado do Rio de Janeiro e não temos sequer 30 % Associados. As convocações para as Assembléias não obedecem um padrão, cada hora se publica em jornais diferentes, não há qualquer preocupação na sua divulgação, parece que propositalmente para  ninguém atrapalhar o que a Diretoria já decidiu fazer.
 Estive na Assembléia no dia 28 de Dezembro, recebi a convocação via e-mail no dia 27 e havia apenas 21 pessoas presentes, está certo 21 pessoas definir qualquer assunto para 8.000 profissionais?

No final de Janeiro, houve uma outra Assembléia (essa eu não recebi sequer por e-mail essa convocação) com o objetivo de discutir o percentual a ser aplicado no Dissidio Coletivo e haviam apenas 3 Corretores presentes, sendo que 2 deles fazem parte da Diretoria, (depois chegou o Presidente e o Tesoureiro que não estavam ) esse Sindicato é mesmo dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro?  A resposta pode estar no SPORTV...

Para finalizar, enviei o seguinte e-mail para a redação sem qualquer resposta:o e-mail abaixo para a redação do SPORTV

Bom dia!
Acredito que os senhores por falta de conhecimento, estão fazendo publicidade de uma atividade ilegal. Trata-se da MEGA Proteção automotiva, que se diz Associação sem fins lucrativos mas é uma Empresa que comercializa Seguro de forma ilegal.
Os Srs podem constatar que atividade foi denunciada em reportagem do JORNAL O GLOBO DE 09/11/2011. Na qualidade de Diretor do Clube dos Corretores de Seguros do RJ, apreciador e conhecedor da credibilidade desse canal, peço que analisem.



Equipe Seguro é Proteção

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Entidade Sindical da Bahia no combate ao seguro pirata


Ministério Público apreendeu documentos contábeis da associação denunciada
 Em referência ao resultado de representação formulado pelo Sincor-BA, o MP instaurou em 2011 a averiguação das atividades da Associação de Proprietários de Veículos Nacionais (Aprove), com sede em Salvador e voltada para a comercialização de “proteção veicular”.
De acordo com o retorno do Ministério Público da Bahia em relação ao assunto emitido em janeiro deste ano, houve apreensão dos documentos contábeis da associação envolvida junto a denúncia, levando ao fim de suas atividades econômicas. No ofício assinado pela 4ª Promotora de Justiça do Consumidor Substitituta, Railda Rodrigues Suzart, a resolução foi encaminhada para apreciação ao Conselho Superior do Ministério Público.
Fonte: Revista Seguros

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Administradora de riscos cobre até caminhões de R$ 80 mil por R$ 250 mensais

Os seguros piratas estão ganhando novos nomes psara atrair consumidores desinformados. Além da já conhecida “proteção veicular”, agora o mercado tem o desafio de combater o conceito “inovador” de “administradora de riscos”.
 
É assim que se denomina a Savedd, com sede em Jabotão dos Guararapes, em Pernambuco. “Uma lançamento grandioso que  veio para oferecer segurança e credibilidade aos nossos clientes”, aponta o folder distribuído na cidade, apontando coberturas de roubo e furto, incêndio, veículos de terceiros, além de Seguro de Vida e serviços como reboque e guincho.
 
Com o slogan “Um  jeito inteligente de fazer seguro”, a Savedd Administradora de Riscos divulga tabela com mensalidades entre R$ 45,00 e R$ 250,00, respectivamente, para motos de até R$ 7 mil e caminhões de até R$ 80 mil. Entre esses extremos, há outros exemplos, como mensalidade de R$ 100,00 para cobrir automóveis com valor de até R$ 30 mil.
 
“Juntos conseguiremos fazer a maior rede de segurança de risco de veículos do Nordeste”, enfatiza a peça publicitária da Savedd, que ainda apresenta os telefones de contato de diversas áreas (Central, Recepção, Administração, Financeiro, Sinistro/SOS Estrada, Diretoria, entre outras), além de e-mail e site.



Fonte: CQCS

Sincor atua com sucesso na desativação de entidade de seguro pirata

Em resultado de representação formulada pelo Sincor-BA, o Ministério Público do Estado da Bahia instaurou, em meados do ano passado, averiguação das atividades da Associação de Proprietários de Veículos Nacionais (Aprove), com sede em Salvador e voltada à comercialização de “proteção veicular”.


Mas, conforme “Promoção de Arquivamento” enviada ao CQCS, o Sincor-BA confirmou sucesso em combate aos seguros piratas na capital baiana.


De acordo com posição oficial do MP emitida em janeiro deste ano, “durante o curso da investigação por esta Promotoria de Justiça à Aprove, a Polícia Federal (...) teria apreendido todos os documentos contábeis da citada associação, levando-a ao colapso e ao fim de suas atividade econômicas, conforme declaração prestada pelo seu respectivo presidente”.


O MP enfatiza ainda - no ofício assinado pela 4ª Promotora de Justiça do Consumidor Substituta, Railda Rodrigues Suzart - que “não existindo medidas administrativas ou judiciais a serem tomadas, promovo o arquivamento desse expediente, encaminhando-o, para o necessário exame, ao Conselho Superior do Ministério Público, conforme artigo 81 da Lei Complementar no. 11/96”.

Fonte: CQCS

domingo, 22 de janeiro de 2012

Cuidados na contratação de um Seguro Automotivo

Contratar um seguro automotivo é essencial, porém, antes de assinar o contrato é ainda mais importante tomar cuidado para evitar prejuízos na contratação ou renovação do seguro.
De acordo com o Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor), o primeiro cuidado a ser tomado é checar se o corretor e a seguradora possuem registro na Susep (Superintendência de Seguros Privados).
Segundo a Fundação, antes de assinar qualquer documento, o consumidor deve solicitar a minuta da proposta, com o intuito de conhecer as condições gerais do contrato. Caso surjam dúvidas, é importante que o consumidor não assine antes de buscar orientação em órgãos de defesa do consumidor.
É importante que o consumidor ainda saiba que a seguradora tem liberdade para decidir sobre o prêmio, ou seja, pelo valor pago pelo seguro do bem. Além disso, também fica a cargo da empresa decidir pelo valor da franquia – valor não coberto pela apólice do seguro em caso de sinistro -, e do bônus – desconto especial dado ao segurado no valor do prêmio.
De acordo com o Procon-SP, algumas seguradoras oferecem bônus para quem não utilizar os serviços contratados.
Outro ponto importante a ser observado no contrato são as exclusões, que devem estar sinalizadas em destaque nas condições gerais do seguro. Um exemplo é saber se há cobertura de danos provocados por enchentes ou outros fenômenos da natureza; caso não tenha, o consumidor pode negociar a cobertura.
Contratação
O que muitos consumidores desconhecem é que existem duas formas de contratação de seguro automotivo: pelo valor de mercado referenciado ou pelo valor determinado do bem. Conheça os dois tipos:
1. Valor de mercado referenciado: quantia determinada de acordo com a tabela de referência de cotação para o mercado – Tabela Fipe -, previamente fixada na proposta de seguro. Além do preço de mercado, esta alternativa prevê o uso de um fator de ajuste, em percentual, a ser aplicado sobre a tabela estabelecida na data de liquidação do sinistro.
2. Valor determinado do bem: trata-se de uma quantia fixa, estipulada na proposta e que pode ser objeto de negociação entre as partes. Neste caso, o consumidor pode solicitar que sejam segurados acessórios instalados, reformas etc. Após vistoria da seguradora, chega-se a um valor em comum. O valor da indenização será exatamente o pactuado em contrato, porém, o valor do prêmio em apólices deste tipo geralmente é mais alto se comparado ao contrato com valor de mercado referenciado.
Segundo a Fundação, pelas regras da Susep (Superintendência de Seguros Privados) é proibida a aplicação de tabela elaborada por Sociedade Seguradora ou Corretora de Seguro, e também a aplicação de franquia nos danos causados por incêndio, queda de raio e/ou explosão e nos casos de perda total do veículo. Em relação aos casos de indenização de sinistro com perda total é proibida também a dedução de valores referentes a qualquer avaria previamente constatada.
Direitos e deveres
De acordo com o Procon-SP, o consumidor deve estar atento também aos prazos de aceitação do seguro, ter cuidado com as promoções e dar respostas verdadeiras no questionário.Veja algumas dicas na tabela abaixo:

Cobertura
O prazo para aceitação do seguro será especificado na proposta, não podendo ser superior a 15 dias, contados da data do recebimento da mesma. Caso o pedido seja recusado, o valor pago deverá ser devolvido com atualização até a efetiva restituição, através de índice previamente determinado.A cobertura começará a valer a partir da data indicada na proposta, caso não seja especificada, valerá a data de recebimento da proposta pela seguradora, por isso é importante exigir o preenchimento correto do dia de assinatura do contrato.Se o contrato for assinado fora do estabelecimento comercial, o consumidor terá o direito de se arrepender em sete dias, de acordo com o artigo 49 do CDC (Código de Defesa do Consumidor).


Sinistro
O prazo de pagamento do sinistro deve ser previamente estabelecido entre as partes, porém, não pode ultrapassar 30 dias, contados do cumprimento das exigências por parte do segurado.
Os procedimentos e documentos exigidos para solicitação do pagamento do sinistro devem ser especificados no contrato e o prazo de 30 dias (ou menos) começará a ser contado a partir da data de entrega dos documentos, sendo interrompido toda vez que houver solicitação de documentação complementar, sempre bem fundamentada. Além disso, o consumidor deve relacionar e protocolar os documentos entregues à seguradora. Eles serão o comprovante em eventual descumprimento do prazo por parte do fornecedor.É importante saber que é proibido estabelecer limite de prazo para comunicação de sinistros, mas o segurado deve fazê-lo o mais breve possível. Deve, também, exigir o laudo de vistoria prévia e nela deverá constar, obrigatoriamente, declaração de concordância do segurado em relação às avarias apontadas. Nos casos de veículos zero quilômetro essa vistoria pode ser facultativa.
         


Promoções
O consumidor deve ficar atento às promoções lançadas no mercado. O perfil do segurado é feito para avaliação de risco no cálculo dos valores dos prêmio
             
A idade, o sexo e o local de estacionamento (se coberto ou não) são detalhes que contam no desconto sobre o prêmio.


Questionário
No preenchimento dos dados, a responsabilidade pela veracidade das informações é do consumidor, por isso é essencial que o futuro segurado responda o questionário de avaliação de riscos emitido pela seguradora.A falta de exatidão nessas informações pode trazer prejuízos e aborrecimentos, como dificuldades em não receber a indenização, por exemplo. Porém, a seguradora não pode recusar a indenização a partir de critério subjetivo ou que possua múltipla interpretação.
(Fonte: Procon-SP)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Cuidado com o seguro pirata


Muitas pessoas são seduzidas por propostas de associações que prometem seguros para veículos a um preço abaixo do mercado. Com isso, acabam contratando, sem saber, um “seguro  pirata” e no momento do sinistro, quando mais precisam, ficam sem cobertura.

O “seguro pirata” tem, atualmente, grande penetração no segmento de seguro para veículos automotores, por meio de cooperativas e associações que são criadas com o objetivo de atender a determinados profissionais e acabam comercializando os produtos para a população em geral. O produto é vendido sem apresentar garantias de que esses contratos, no futuro, serão cumpridos. Isso pode se tornar uma bola de neve, além de atrapalhar o mercado.

Essas associações se reúnem em uma entidade que as representa: a Confederação Nacional das Associações de Benefícios Mútuos (Conabem). Só que essas associações não possuem autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para comercializarem esses produtos. Ano passado, o governo federal declarou guerra às associações e cooperativas que comercializam o chamado ”seguro pirata”. Portanto, caso tenha dúvidas sobre a proposta da associação ou Cooperativa, busque mais informações sobre a companhia, e veja se são controladas pelo órgão regulador, a  Susep.

Fonte: smartia.com.br